FRATERNIDADE LEIGA DE S. DOMINGOS NO PORTO

Março 12, 2015

Comentário de Fr. Bruno Cadoré sobre o tema anual do Jubileu (2015)

Filed under: Documentos — Gabriel Silva @ 1:25 pm
View this document on Scribd

Outubro 1, 2009

Directório

Filed under: Documentos, Regra de Vida — Gabriel Silva @ 3:40 pm

DIRECTÓRIO

DAS FRATERNIDADES LEIGASDE S. DOMINGOS DA PROVÍNCIA DE PORTUGAL DA ORDEM DOS PREGADORES

(more…)

Dezembro 29, 2008

Bispo do Porto escreveu às Famílias da Diocese

Filed under: Documentos — Gabriel Silva @ 4:26 pm

É com toda a amizade e confiança que vos dirijo estas palavras no Natal de 2008. A partir da Sagrada Família de Jesus, Maria e José, as famílias cristãs olham-se a si mesmas com maior compreensão e luz. Compreensão evangélica e luz sobre a sua natureza e missão.Natureza, ou melhor, graça, que lhes advém do Sacramento do Matrimónio, fazendo-as viver com o mesmo envolvimento de mútuo acolhimento e partilha que a família de Cristo manifestava. Quer a sua família humana, com Maria e José, quer a sua família divina, com Deus Pai, no amor do Espírito. Há em tudo isto uma fonte de unidade e de paz que é também o segredo das famílias cristãs, para persistirem unidas e criativas, como factor decisivo de unidade e paz para a sociedade humana em geral.

Missão, também, que é essa mesma de testemunharem e difundirem, casa a casa, da aldeia à cidade, o que pode a unidade familiar garantida em Deus, para realizar na sociedade uma fraternidade autêntica, de conciliação e reconciliação de pessoas, povos e instituições.

Com tudo isto, caríssimas famílias da Diocese do Porto, já estou a dizer que conto muito convosco. Conto, nestes tempos que são e se adivinham porventura ainda mais difíceis, em termos sociais, económicos e laborais. Conto, na preparação da Missão 2010, quando a nossa Diocese, comunidade a comunidade, família a família, se envolver ainda mais no testemunho de Cristo à sociedade envolvente.

Efectivamente, quando a sociedade é abalada por problemas graves de subsistência de muitos e de desenvolvimento geral, as famílias cristãs têm de ser as primeiras a reforçar os laços internos e externos de solidariedade e partilha, olhando os vizinhos de perto ou mais longe, com olhos de fraternidade activa. Proponho-vos o avanço possível nesse sentido, vendo cada família cristã, prédio a prédio, rua a rua, como pode levar aos outros uma palavra de esperança e um gesto de conforto e de paz. Sei por experiência muito próxima, o que podem fazer as famílias cristãs quando se tornam evangelizadoras dos seus vizinhos e vejo nisso um campo prioritário para a “nova evangelização” que tanto urge.

Releio também com renovado interesse as magníficas alusões que o grande Apóstolo São Paulo nas suas Epístolas, ou São Lucas nos Actos dos Apóstolos, fazem a algumas famílias do Cristianismo nascente. Especialmente ao casal Áquila e Priscila, que tão importante foi para São Paulo e a primeira evangelização, de Roma a Corinto e de Corinto a Éfeso. Sugiro-vos a releitura dessas passagens, mudando agora os nomes e as terras, no mesmo sentido: sois agora vós como Áquila e Priscila; são as vossas próprias terras e prédios os lugares da missão que realizareis.

Desejo-vos a todos um Santo Natal, muito continuado no Ano Novo que se segue. Conto muito convosco em 2009, rumo à grande Missão 2010, que vos terá como protagonistas na primeira linha, aí mesmo, onde Deus quer salvar o mundo através das famílias!

Contai também, agora e sempre, com o vosso bispo e irmão.

Manuel Clemente

Julho 22, 2008

Declarações Gerais do Mestre Geral

Filed under: Documentos, Regra de Vida — Gabriel Silva @ 3:29 pm

DECLARAÇÕES GERAIS

ACERCA DA REGRA DAS

FRATERNIDADES LEIGAS DE SÃO DOMINGOS


Para renovar a chama da tradição e a vocação do ramo laical da Ordem dos Pregadores, foi convocado o Congresso Internacional das Fraternidades Leigas de São Domingos, em Buenos Aires, em Março de 2007, pelo Promotor Geral do Laicado.

Participaram 56 delegações provenientes de todo o mundo, tanto assim que os documentos e as resoluções redigidas pelas seis comissões pelas quais se distribuiriam os trabalhos do Congresso, aprovadas pela Assembleia, podem ser considerados como a voz de todos os leigos dominicanos.

O Conselho Internacional das Fraternidades Leigas de São Domingos reuniu em Junho de 2007, a fim de redigir a versão final das Actas do Congresso, as quais foram apresentadas posteriormente ao Mestre Geral da Ordem. Nas resoluções ali expressas, foi sugerido a necessidade, não de uma revisão normativa da Regra, mas antes, de introduzir algumas definições pontuais visando esclarecer dúvidas de interpretação ou esclarecer normas que pareciam estar em contradição ou preencher lacunas legislativas, bem como integrar os actos e ordenações dos vários Capítulos Gerais da Ordem quando legislaram sobre o Laicado.

Nos termos do direito Divino, Canónico e Próprio da Ordem, em conformidade com o carisma dominicano e atendendo ao que se julgou oportuno para a vida das Fraternidades Leigas de São Domingos, a Glória de Deus e a salvação das almas, com a autoridade que nos compete (more…)

Abril 29, 2008

VI Centenário da morte de Santa Catarina de Sena

Filed under: Documentos — Gabriel Silva @ 5:35 pm

HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II

29 de Abril de 1980

1. Numerosas «virgens prudentes», como as louvadas pela parábola evangélica que ouvimos, souberam, nos séculos cristãos, esperar o Esposo com as lâmpadas bem providas de azeite, a fim de participarem com Ele na festa da graça na terra e da glória no Céu. Entre elas, brilha hoje ao nosso olhar a grande e querida Santa Catarina de Sena, flor esplêndida da Itália, pérola brilhantíssima da Ordem Dominicana, estrela de incomparável beleza no firmamento da Igreja, que honramos aqui no 6.° centenário da sua morte, sucedida numa manhã de domingo, pela hora de tércia, a 29 de Abril de 1380, enquanto se estava a celebrar a festa de São Pedro Mártir, por ela tão amado. (more…)

Setembro 16, 2007

Declarações Gerais do Mestre da Ordem – Damyan Byrne

Filed under: Documentos, Regra de Vida — Gabriel Silva @ 12:39 pm

Aprovamos e promulgamos, com a autoridade que nos compete, as seguintes DECLARAÇÕES GERAIS À REGRA DAS FRATERNDIADES LEIGAS DE SÃO DOMINGOS, a fim de completar a tarefa legislativa das mesmas Fraterndiades Leigas de S. Domingos.
Deste modo, a observância da Regra poderá ser realizada com maior facilidade e com mais abundante fruto espiritual.

Dado em Roma, no dia 16 de Fevereiro de 1987

Fr. Damião Bynre
Mestre da Ordem

1. A REGRA, pela qual se regem ass Fraternidades Leigas de São Domingos, é a lei fundamental para todas as Fraternidades leigas de todo o mundo; e as presentes DECLARAÇÕES GERAIS, promulgadas pelo Mestre da Ordem, são explicações ou interpretações da mesma REGRA; enquanto que os DIRECTÓRIOS provinciais ou nacionais, elaborados pelas próprias Fraternidades e aprovados pelo Mestre da Ordem, são normas particulares para as Fraternidades locais de um determinado território.

2. Para que as irmãs e irmãos leigos possam cumprir seus compromissos «não como servos sob a lei, mas como filhos sobre a graça», declaramos que as transgressões não constituem culpa moral.

3. Os Superiores das Fraternidades podem legitimamente dispensar das prescrições da Regra ou do Directório, ou por um certo tempo ou mesmo habitualmente, se assim julgarem oportuno.

4. Os Priores Provinciais tem o poder de convalidar os actos inválidos da Fraternidade, particularmente acerca da admissão à profissão ou promessa.

5. Além das Fraternidades Leigas, das quais se trata especialmente nesta Regra, há também as Fraternidades sacerdotais, que se regem com uma Regra própria.

6. Os distintos Directórios (particulares), devem, entre outras coisas, determinar:

a. As condições ou os requisitos para a admissão na Fraternidade;
b. O tempo de provação e de profissão ou promessa;
c. A frequência dos Sacramentos a receber e as orações que cada dia os irmãos e as irmãs devem elevar a Deus;
d. A periodicidade das reuniões das Fraternidades e a forma de sua celebração assim como dos encontros de espiritualidade;
e. A organização interna de cada Fraternidade entre si, quer no âmbito provincial, quer no nacional;
f. O modo de proceder na eleição para os diferentes cargos, dos quais a Regra nada se diga expressamente;
g. Os sufrágios pelos irmãos e irmãs defuntos e por toda a Ordem.

7. O Rosário, que leva à contemplação familiar dos mistérios de Cristo através da Bem-aventurada Virgem Maria, é de devoção tradicional na Ordem; por isso a sua recitação quotidiana é recomendada aos irmãos e irmãs do laicado de S. Domingos.

Create a free website or blog at WordPress.com.