FRATERNIDADE LEIGA DE S. DOMINGOS NO PORTO

Setembro 28, 2015

Concerto no dia do Rosário

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 2:08 pm

 

 

Programa:
Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
Variações Goldberg BWV 988 (more…)

Maio 27, 2015

Fernanda Fonseca

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 10:10 am

A nossa irmã Fernanda Fonseca partiu para o Pai no dia 23 de Maio, véspera da festa de São Domingos, após breve internamento no hospital. Esposa do nosso irmão Henrique Fonseca, mãe e avô dedicada, foi durante muitos anos membro activa da Conferência Vicentina de S. Domingos, na paróquia de Cristo-Rei e ministra extraordinária da comunhão. Desde 1963 era membro desta Fraternidade de São Domingos na qual sempre deu testemunho da sua grande e esclarecida fé em Cristo nosso Senhor.

Março 1, 2013

CONFERÊNCIAS QUARESMAIS

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 4:40 pm

CONFERÊNCIAS QUARESMAIS 2013

Centro paroquial de Cristo-rei

21.30

 

13 de Março: Abordagem bíbilica da fé, por Fr. Francolino Gonçalves, OP

14 de Março: Café à lareira, com Fr. Francolino Gonçalves, OP

15 de Março: Conversão na bíblia, por Fr. Francolino Gonçalves, OP

22 de Março: Fé, virtude teologal, por Fr. Mateus Peres Cardoso, OP

 

Fevereiro 4, 2013

Convite

Filed under: Notícias — Etiquetas: — Gabriel Silva @ 5:21 pm

convite

Maio 8, 2012

Dia de Festa

Filed under: Actividades, Notícias — Gabriel Silva @ 11:23 am

A 7 de Maio reuniu-se a Fraternidade no Centro Paroquial de Cristo-Rei, para celebrar a eucaristia e assinalar a presença e visita de fr. David Kammler, Promotor Geral do Laicado Dominicano e realizar a Admissão de um novo membro – Sérgio Branco, e a emissão de Promessa Temporária pela Berta Mendes.

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Participaram na eucaristia, presidida pelo nosso promotor Fr. João Leite, não apenas vários membros da fraternidade, mas também amigos e familiares. Momento especial foi a admissão e e emissão de promessa temporária que assinala mais um passo importante, certamente na vida daqueles nossos irmãos, mas também na  da nossa fraternidade.

Seguiu-se um belo jantar, organizado em colaboração com o Convento e no qual estiveram também vários dos nossos frades.


Por fim, Fr. David teve a oportunidade de apresentar uma interessante reflexão sobre a «árvore da família dominicana» e os seus diversos ramos, bem como mostrou alguns exemplos de vida comunitária, de oração, estudo e pregação levados a cabo por leigos dominicanos, um pouco por todo o mundo, reflexo das suas inúmeras viagens e visitas ao longo dos últimos 5 anos.

Fevereiro 6, 2012

Ordenação de Fr. Gonçalo Diniz na Igreja de Cristo-Rei

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 5:59 pm

O dia 4 de Fevereiro foi dia de Festa para a páróquia de Cristo-Rei no Porto e para toda a Ordem dos Pregadores e Família Dominicana: o Fr. Gonçalo Diniz foi ordenado presbítero pelo sr. Bispo Emérito do Porto, D. João Miranda.

Esteve a igreja cheia, com os familiares do fr. Gonçalo, amigos, paroquianos, e elementos da Família Dominicana (vários frades e religiosas e leigos dominicanos do Porto, Lisboa e Ovar).

Foi uma celebração meotiva, tendo cocnelebrado mais de uma deena de irmãos pregadores, 2 deles vindos esprssamente d eespanha por terem sido coelgas de noviado do Fr. Gonçalo, um seu amigo Reverendo vindo dos Estados Unidos para além dem frade franciscano e o pároco de Aldoarcomo repreentante da Vigaria diocesana.

No almoço convívio que seguiu, muito animado e participado, houve ainda ocasião para lembrar o 33º aniversário da paróquia que fora no dia 2 de fevereiro, mas que por motivo da ordenação se comemorou conjuntamente.

No dia 5, na eucarístia das 12 horas o fr. Gonçalo celebrou a sua primeira missa auxiliado por vários dos seus irmãos do convento, sendo que a tradicional Missa Nova celebrará na sua paróquia de origem, a da Sé, no Funchal, cidade onde nasceu a 5 de Setembro de 1976.

Novembro 21, 2010

Novo Conselho da Fraternidade

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 11:27 pm

Os conselheiros eleitos na Assembleia electiva da Fraternidade realizada em 16 de Outubro reuniram-se e votaram para a escolha das diferentes funções, ficando o Conselho da Fraternidade assim constituído:

Presidente – José António Caimoto;
Vice-presidente – Cristina Busto;
Tesoureira – Miquelina Hora Marques;
Formador e Secretário – Gabriel Silva;
Vogal – Maria do Carmo Silva Ramos;

Março 22, 2010

Quaresma 2010- Programa da Diocese do Porto

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 3:29 pm

Fevereiro 23, 2010

Mensagem do Papa para a Quaresma 2010

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 12:23 pm

A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3, 21–22)

Queridos irmãos e irmãs,
Todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida à luz dos ensinamentos evangélicos. Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21–22).

Justiça: “dare cuique suum”
Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romano do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais íntimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado à sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena à morte centenas de milhões de seres humanos por falta de alimentos, de água e de medicamentos -, mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nota Santo Agostinho: se “a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu… não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?
O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativa ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar – admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal, não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista: “Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, colhendo o fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram à lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição; à lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?

Justiça e Sedaqah
No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De facto sedaqah significa, de um lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva (cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei, pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egipto (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre (cfr Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro (cfr Ex 22,20), o escravo (cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto-suficiência, daquele estado profundo de fecho, que é a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efectuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente para a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?

Cristo, justiça de Deus
O anúncio cristão responde positivamente à sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De facto não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vítima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25)
Qual é portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O facto de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal 3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objecção: que justiça existe lá, onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira, cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidência que o homem não é um ser autárquico, mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto-suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.
Compreende-se então como a fé não é um facto natural, cómodo, óbvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitência e da Eucaristia. Graças à acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é a do amor (cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.
Precisamente fortalecido por esta experiência, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor.
Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autêntica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica.

Vaticano, 30 de Outubro de 2009

Benedictus PP. XVI

Maio 19, 2009

Galeria Virtual do Jubileu

Filed under: Notícias — Gabriel Silva @ 8:56 am

Em celebração contínua e peregrinação para o Jubileu, o qual culminará em 2016 por ocasião do 800º aniversário da confirmação da Ordem, os Promotores Gerais da Ordem inauguraram uma Galeria Virtual do Jubileu a que se pode aceder através do site da Ordem (www.op.org).

Agora as portas estão abertas para todos os poetas, artistas e músicos (todos os meios de expressão e todas as línguas serão bem vindos) para partilharem a Arte do Jubileu com a Família Dominicana de todo o mundo. Cada ano do Jubileu convidamos a partilhar a arte que expresse de alguma maneira criativa o tema desse ano jubilar.

Assim, este ano, receberemos a vossa contribuição artística subordinada ao tema: «Ao princípio era o Verbo: São Domingos, pregador da Graça». Podem enviar uma fotografia ou descrição escrita da vossa criação artística para o seguinte endereço: laici@op.org. Qualquer outro trabalho, de natureza geral ou diversa, não focado no tema deste ano, não será publicado.

O trabalho artístico será destacado na página de internet do Jubileu, devendo ser enviado juntamente com indicação do nome do autor, endereço, país e email, se existir. Caso o artista pretenda exigir autorização para reprodução, deverá ser indicado na legenda do trabalho: «Necessita de autorização para publicação e reprodução». Se, pelo contrário, estiverem na disposição de que o seu trabalho possa ser reproduzido e publicado pela Família Dominicana do mundo inteiro, então deverá ser incluído ao seu nome «Autoriza-se utilização para uso público».

Que o nosso irmão, o místico e artista Beato Frei Angélico OP, nos inspire a ser pregadores criativos na Graça.

In I.D.I, Janeiro de 2009

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